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Muitos militares vão perder salários com as tabelas do governo, porque cairão em descontos maiores do imposto de renda na fonte
Terminou sem acordo a nova reunião do secretário da Administração de Santa Catarina, Jorge Tasca, com os presidentes e dirigentes das entidades de policiais e bombeiros militares sobre a reposição salarial. O secretário deu novo prazo, até quarta-feira, 4 de fevereiro, para a decisão dos militares dentro dos limites oferecidos pelo governo Carlos Moisés da Silva.
A proposta oficial contempla a pretendida reposição em 17%, na média, mais atualização do Plano de Carreira das corporações.
“Este é o limite prudencial e responsável do governo” afirmou o secretário Jorge Tasca.
O presidente da Aprasc, João Carlos Pawlick, defendeu melhorias na proposta, alegando que muitos militares vão perder salários com as tabelas do governo, porque cairão em descontos maiores do imposto de renda na fonte.
Pawlick revelou ao final da reunião que os militares estão decepcionados, pois apoiaram a eleição de Moisés da Silva na expectativa de terem tratamento salarial mais justo. Eles estão sem reposição há seis anos.
A Aprasc vai convocar assembleia geral extraordinária para quarta-feira, às 10h. O resultado será levado por ofício ao secretário até as 14h do mesmo dia.
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