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O Selo Social, a partir desta edição, terá validade de três anos. O objetivo é oportunizar que novas empresas, principalmente as de estrutura menor, possam ter competitividade em algumas categorias
Estão definidas as empresas vencedoras da terceira edição do Selo Social, que será entregue pela Câmara Municipal de Caçador no dia 23 de novembro. A divulgação aconteceu nesta quinta-feira pela comissão especial de análise, após apreciação dos documentos enviados pelas candidatas.
Receberão o prêmio neste ano as empresas: Adami, vencedora na categoria Indústria com número de funcionários acima de 500; a Temasa Indústria de Móveis Ltda na categoria Indústria com número de funcionários de 101 a 500; a Fimar Agroindustrial Ltda na categoria Indústria com número de funcionários entre 51 e 100; a Julian Malhas e Confecções Ltda. na categoria com número de funcionários até 50; a Ney Tintas Ltda. na categoria comércio; a Uniarp na categoria prestadora de Serviços de Educação; Unimed na categoria prestadora de serviços de saúde e Brigida Elizabeth Kindermann ME (Hotel Kindermann) na categoria serviços de turismos.
Além destas, as empresas Sincol e Braghini Uniformes Profissionais, que concorriam com a Adami e a Julian respectivamente, por uma diferença mínima, acabaram não atingindo a pontuação das suas concorrentes.
O Selo Social, a partir desta edição, terá validade de três anos. Segundo a presidente da Comissão, Rosecler Foaro, o objetivo é oportunizar que novas empresas, principalmente as de estrutura menor, possam ter competitividade em algumas categorias. “Isso porque as vencedoras deste ano não precisarão participar das próximas duas edições, abrindo vagas para que outras participem e vençam”, destacou.
Já a presidente da Câmara e autora do projeto, Sirley Ceccatto fez questão de enaltecer a importância de reconhecer e valorizar as empresas locais que praticam a responsabilidade social e ambiental. Além disso, o selo social é uma ferramenta a mais para abrir o mercado interno e externo, principalmente nos dias atuais onde a responsabilidade com o meio em que está inserida é fundamental para novos mercados.
Sirley destacou ainda que as duas empresas participantes que não foram premiadas também fazem um trabalho social importante para o desenvolvimento de Caçador.
“Tanto a Sincol quanto a Braghini estão de parabéns pelo papel que realizam, pudemos constatar através da documentação apresentada a preocupação de ambas com os seus colaboradores e com o meio ambiente. Infelizmente o regulamento no Selo nos permite premiar apenas uma por categoria, o que é uma pena”, destaca.
O Selo Social Caçador visa premiar as empresas, industriais, comerciais e prestadoras de serviços que cumpram regularmente suas obrigações fiscais com a União, Estado, Município, INSS e FGTS e pratiquem a Responsabilidade Social Interna e Externa.
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